Chartres – diariamente – Manhã ou Tarde – duração 5h – Saída preferencialmente às 8h30

Chartres possui um centro histórico medieval e a Catedral considerada a mais bela e antiga catedral gótica da França. Foi um centro de peregrinações famoso desde a Idade Média por ter sido uma das etapas da peregrinação de St.Jacques de Compostela. A Catedral abriga os mais bonitos, famosos e antigos vitrais do mundo e também possui o famoso labirinto desenhado no chão da igreja que os fieis percorriam de joelhos em 2 horas para pagar promessas.Ao redor da catedral encontram-se as ruas medievais com suas antigas casas, restaurantes, cafés assim como lojas de artigos religiosos.

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Fontainebleau + Barbizon – fechado 3° feira – Manhã – duração 5h – saída preferencialmente às 8h30

O castelo de Fontainebleau situa-se a +/- 70 Km de Paris e é considerado como uma das residências preferidas pelos reis e soberanos e oferece ao visitante a oportunidade de visitar apartamentos e jardins. A aldeia de Brabizon é conhecida graças a pintores tais como Jean-François Millet e seus amigos.
O palácio reflete, actualmente, o trabalho de vários monarcas franceses, construído a partir duma estrutura inicial de Francisco I. O edifício estende-se em volta de uma série de pátios. A cidade de Fontainebleau cresceu ao redor do que restava da Floresta de Fontainebleau, um antigo parque de caça Real.

O Tratado de Fontainebleau foi um acordo firmado entre as potências europeias em Fontainebleau, França, que reconheceu a abdicação de Napoleão Bonaparte do trono francês e o mandou para o exílio na ilha de Elba, no Mar Mediterrâneo, em 11 de abril de 1814. O tratado não despojou o imperador de seu título. A ele foi permitido manter a soberania da ilha, sem ser molestado. Também foi deixado que ele mantivesse um pequeno exército para proteção, além de uma corte e vários ajudantes e serviçais.

Barbizon é um vilarejo conhecido mundialmente graças aos pintores, escritores e músicos famosos que viveram ali.
A pintura, desenvolvida pela Escola de Barbizon, foi uma fonte de inspiração para os pintores que lideraram o movimento que hoje conhecemos como impressionismo.

Os pintores da Escola de Barbizon chegaram no vilarejo entre 1825 e 1875, entre eles estavam: Jean-Baptiste-Camille Corot, Charles-François Daubigny, Jean-François Millet, Théodore Rousseau, Theodore Caruelle d’Aligny, Narcisse Díaz de la Peña, Alexandre-Gabriel Decamps, Jules Dupré, Charles Jacque e Lázaro Bruandet.

Em 1863, Claude Monet, Auguste Renoir e Alfred Sisley fizeram o caminho de Barbizon. Para alguns, a floresta não era suficiente, estes procuravam outras formas de paisagens rodeadas de água. Para estes, Moret-sur-Loing, Auvers-sur-Oise, La Vallée du Morin e Crecy la Chapelle, se tornaram os cenários ideais.

Castelo de Chantilly – fechado 3ª feira. Manha ou Tarde – duração 5h – Saída preferencialmente às 8h30

O Castelo de Chantilly foi construído no século XVI pelos condes de Montmorency. Localiza-se a +/-40 km de Paris e possui uma das mais belas coleções de pintura francesa antiga, uma linda biblioteca com livros raros e preciosos alem de ser o local onde foi criado o famoso “creme chantilly”.

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Luís II de Bourbon-Condé (1621-1686), chamado de “o Grande Condé”, havia tomado partido contra Mazarin durante a Fronda, o que originou a confiscação de Chantilly, em 1652, sendo domínio recuperado somente em 1659 (Tratado dos Pirenéus). Afastado de Versailles, consagrou todos os seus cuidados ao seu domínio. Fez desenhar o parque por André Le Nôtre, antes de este trabalhar no Château de Versailles. Este canalizou o Nonette para criar o Grande Canal (1671-1673), desenhou os parterres franceses a Norte do palácio, fez construir o Grande Degrau por Daniel Gittard e criou a perspectiva atual que vai da grade de honra ao terraço.

Chantilly foi a criação preferida de André Le Nôtre. Segundo o seu hábito, este estruturou o parque em volta de dois eixos perpendiculares. O primeiro, Norte-Sul, no eixo do majestoso terraço edificado por Anne de Montmorency, e perpendicular às curvas de nível e evidenciando a ondulação do lugar. O segundo, Este-Oeste, é ocupado pelo grande canal ao longo do vale.

O Grande Condé recebeu em Chantilly escritores como La Fontaine, La Bruyère, Bossuet, Madame de La Fayette, Marquesa de Sévigné: em sua honra, as duas alas paralelas que enquadram, os parterres de Le Nôtre, tomam o nome de “alas dos filósofos”. Em Chantilly foram dadas festas magníficas. Molière criou ali Les Précieuses ridicules, em 1659, e interpretou o Tartufo. Sob a direção do célebre maître d’hôtel François Vatel, o encanto é refinado: foi nessa época que terá sido inventado o mundialmente conhecido Creme Chantilly.